2018. Novembro 26.
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Visita das Termas de Budapeste com guia em português

 

Este é um programa em Budapeste com guia em português, indicado para pessoas que visitam pela primeira vez a cidade de Budapeste e têm suficiente tempo para profundizar os conhecimentos das famosíssimas termas de Budapeste. Durante essa visita, com a ajuda da guia paramos num dos balneários mais importantes da cidade, onde terão a oportunidade de disfrutar dos efeitos curativos das águas termais e apreciar a beleza do edifício em si.

Budapeste abriga um conjunto esplendoroso de 28 banhos termais, alguns deles em atividade há mais de 500 anos. A tradição vem dos romanos, que fundaram Aquicum, hoje o subúrbio de Óbuda, no século 1 a.C.. A cidade romana abrigava 15 banhos, dos quais algumas ruínas ainda podem ser vistas. Durante a ocupação turca, o costume se arraigou. As casas de banho atuais são o ponto central da vida social de Budapeste. É nelas que moradores de várias idades se reúnem para relaxar, fazer massagem e trocar ideias. Para dar conta do recado, 70 milhões de litros de água, que saem de 123 fontes termais aquecidas a 21º, circulam pelos banhos da cidade.

As ruínas da cidade romana (Aquincum) no distrito de Óbuda, ao lado de Buda, mostram que os romanos já usavam as termas há mais de dois mil anos. Ainda assim, a tradição só se incorporou à rotina local com a chegada dos turcos otomanos, em 1541-1686. A mais turca das termas é a Rudas, em funcionamento há 500 anos. Seu interior é um pouco escuro e moldado com estruturas de ferro, que seguram as antigas colunas e também são o ponto onde os visitantes penduram toalhas. No meio, fica uma grande piscina octogonal, circundada por quatro piscinas menores, para que o freguês siga o ritual de alternar banhos na temperatura de 28º, 30º, 36 e 42ºC. Às sextas e sábados, a casa, que recebe homens e mulheres, abre também durante a madrugada. Já que roupas de banho são obrigatórias, não há razão para acanhamento.

A visita começamos no lado Pest perto da com a Praça dos Heróis, Parque Zoológico e  Castelo de Vajdahunyad, e seguimos até ás termas Széchenyi de Budapeste — O maior complexo de banho europeu.

A terma Széchenyi, em Peste, construída em 1909, é a maior da Europa e o prédio amarelo que ocupa, de estilo renascentista, estampa os cartões postais da cidade. Na parte central do complexo, especialmente no inverno, o vapor vindo da grande piscina a céu aberto quase esconde a silhueta da construção e toma conta do pedaço. Antes ou depois de ficar “cozinhando” na água, espie o interior da edificação. São duas alas que conduzem o visitante a um verdadeiro labirinto de temas de diversas temperaturas.

Aberto em 1913 e reformado com frequência desde então, oferece três enormes piscinas externas e mais de 15 internas, com tamanhos, colorações de água e propriedades medicinais diversas. Detalhes adoráveis incluem bancos com hidromassagem e tabuleiros de xadrez flutuantes, para quem quiser jogar dentro da piscina. A grande piscina central de 38 graus é um deleite. Pessoas jogam xadrez, outros conversam e relaxam em meio a estrutura arquitetônica amarelada.

As termas do Hotel Gellért de Budapeste, tão elegantes que são chamadas de Taj Mahal das casas de banho. De estilo art Novaes, ela foi levantada em 198, sob 18 generosas fontes termais. Ali, o relax quentinho é desfrutado em meio a colunas de mármore, paredes de mosaico e azulejos coloridos, que dão a sensação de flutuar num grande templo. A decoração é composta ainda por anjos apaixonados e leões cuspindo água.

A estética do começo do século passado – abriu em 1918 – impera nas colunas de mármore e azulejos coloridos. Tem piscinas efervescentes, aquecidas a até 38 graus, e sacadas agradáveis para tomar sol. Começou em 2012 a oferecer reservados com piscinas de hidromassagem e saunas privativas para duas pessoas; o preço inclui champanhe e frutas.

As termas Király de Budapeste

Uma das mais antigas e famosas entre as casas de banho de Budapeste, começou a ser construída em 1565, durante a ocupação turca, pelo paxá de Buda. Fica às margens do Danúbio, entre a Ilha Margit e a colina do Castelo. Danificada na Segunda Guerra Mundial, foi restaurada e mantém seu caráter monumental. Suas quatro piscinas, uma delas coberta por um domo de 1570, oferecem uma experiência autenticamente local.

As termas Rudas de Budapeste

Produto da ocupação turca, no século 16, tem como ponto central um banho turco datado de 1566. A bela piscina octogonal, de 1896, fica sob um domo de 10 metros de diâmetro, sustentado por oito colunas. Depois de suar, nadar e curtir a hidromassagem, você pode testar as propriedades curativas das águas termais das fontes Hungria, Attila e Juventus. Nas sextas e sábados, fica aberto até mais tarde para banhos noturnos.

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